Em 1992 constituiu-se um grupo de dadores que decidiram formar um Núcleo de Dadores de Sangue, baseado no trabalho realizado anteriormente. Passados, mais ou menos, 3 anos, em Julho de 1995, este núcleo transitou para Associação, tendo usufruído da denominação de Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Peniche. Tendo estado, esta Associação, alguns anos sem possuir nenhuma sede, o Centro de Saúde de Peniche, disponibilizou um contentor, a titulo provisório, junto as suas instalações. Após algum tempo, o Centro de Saúde desejou fazer obras nos seus acessos e esta Associação mudou-se de "armas e bagagens" para a antiga Alfândega (Av. do Mar), espaço este cedido pela Câmara Municipa de Peniche. Já em 2006 através de diversas reuniões acerca do futuro das instalações da nossa Associação, por intermédio de protocolo celebrado com a Câmara Múnicipal de Peniche na qualidade do seu presidente : António José Correia, foi-nos entregue à nossa guarda novas instalações. Estas muito bem localizadas muito próximas do Centro de Saúde de Peniche, com melhor habitabilidade e qualidade para os utentes e colaboradores desta Organização, integrando um espaço acolhedor e atractivo para todos. Tem sido desejo desta Associação construir a sua sede própria. Afim de realizar este tão belo desejo, a junta de freguesia da Conceição conjuntamente com a Câmara Municipal de Peniche cederam um terreno junto a antiga Central Eléctrica em Peniche. Aquando da cedência do terreno, a Associação de Dadores de Sangue desenvolveu esforços para conseguir um projecto de construção. Para tal, dirigiram-se ao GAT (Gabinete de Apoio Técnico) por intermédio da Câmara Municipal de Peniche. O projecto encontra-se, neste momento, nas mãos de Associação que continua a desenvolver esforços para construir a tão desesperada sede. As recolhas de sangue, ao principio eram realizadas esporadicamente, mas graças à boa adererência por parte dos dadores, passaram a ser de 2 em 2 meses e actualmente realizam-se todos os meses no 1º Domingo. A aderência à dadiva de sangue em Peniche também já conquistou outros concelhos, pois a Associação de Dadores de Sangue de Peniche realiza duas recolhas de sangue anuais no Vau (Amoreira) concelho de Óbidos e assim como a Associação de Motociclismo de Peniche, a ESTM (Escola Superior Tecnologias do Mar), entre outros. Esta Associação também participa em actividades quer a nível local, quer a nível nacional. Este ano iremos estar presentes nos "Sabores do Mar", como aconteceu no ano passado e a nível nacional em encontros em Guimarães e Fátima. Nos mapas seguintes poderemos verificar a aderência por parte dos quase mil dadores que movimentam esta Associação, assim como a quantidade de dadores que foram galardoados nos últimos anos pela sua dadiva benévola de sangue........................
Associação de Dadores Benevolos de Sangue de Penicheno dia 12 de Julho comemorou 14 anos de existência
::Notas::Centro de Saúde de PenicheAssociação RDC Vauense
As necessidades de sangue para tratamento de doentes estão a aumentar todos os dias, devido aos progressos da medicina e ao número, cada vez maior, de acidentes graves.
Para poder garantir o tratamento de todos os doentes torna-se indispensável, pelo menos duplicar, o número de dádivas de sangue realizadas em cada ano no nosso país.
O volume total de sangue colhido em cada dádiva (não mais de 4 decilitros) é recomposto rapidamente, sem qualquer risco para o dador, que dispõe, normalmente de 5 litros em circulação.
O exame médico realizado antes de cada dádiva garante as boas condições de saúde de quem é aceite para dar sangue.
A colheita é sempre feita em condições de garantir a segurança e a protecção do dador.
Todo o material de colheita está esterilizado e é utilizado somente uma vez, nomeadamente as agulhas com que se picam as veias e os sacos para onde o sangue é recolhido.
Nenhum material de colheita utilizado num dador, volta a ser utilizado em qualquer outro.
É preciso, porém, garantir que o sangue colhido não irá ser prejudicial para o doente que o receber, porque há algumas doenças que podem ser transmitidas por uma transfusão de sangue, como a sífilis, a hepatite, o paludismo e outras........................
Tal como sucede com a hepatite, há pessoas sãs, que podem ser portadoras de vírus e, por isso, podem vir a transmitir a doença aos indivíduos que venham a receber o seu sangue.
Para evitar qualquer possibilidade de transmissão dessas doenças e garantir, com segurança, a protecção do doente, todos os sangues são analisados por métodos especialmente sensíveis, de modo a verificar que não são portadores destes vírus ou do agente de sífilis.
Também com vista à protecção dos doentes, os dadores devem informar com o maior cuidado, sobre as doenças de que tenham sofrido, respondendo com todo o rigor às perguntas que lhes sejam feitas a este respeito, por ocasião do exame médico.
Sabe-se que o vírus da SIDA se encontra, sobretudo, no sangue de pessoas com certos hábitos de vida.
Por esse motivo, devem abster-se de dar sangue, mesmo que não tenham qualquer manifestação de doença:
Homossexuais masculinos, bissexuais, prostitutas, consumidores de drogas por via endovenosa, parceiros sexuais masculinos ou femininos de pessoas que pertençam a qualquer dos grupos acima referidos........................
AO DAR SANGUE NÃO HÁ POSSIBILIDADE DE ADQUIRIR QUALQUER DOENÇA
ELEMENTOS ESTATÍSTICOS DE 2009......................
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